Cada tampinha uma dose de esperança: um estudo de caso do projeto tampinha paratleta assampar
DOI:
https://doi.org/10.18815/sh.2020v10n16.406Palavras-chave:
Projeto Tampinha Paratleta, Responsabilidade Social, Educação AmbientalResumo
Sem dúvidas, a educação ambiental é considerada um instrumento na sensibilização das pessoas e das organizações, sendo fundamental para que as políticas ambientais funcionem de forma eficiente. Assim, o presente estudo tem como foco demonstrar as ações desenvolvidas pela ASSAMPAR, em seu projeto Tampinha Paratleta, cujo objetivo é conscientizar a população sobre a reutilização e as possibilidades que um simples gesto pode trazer à sociedade. Nesse sentido, a presente pesquisa visou identificar as razões que levaram a ASSAMPAR a criar essa ação e quais fatores levam as pessoas a aderirem a essa nobre causa. A pesquisa foi realizada com escolas privadas na cidade de Santa Maria/RS, juntamente com seus gestores, para verificar se os princípios norteadores da educação ambiental estavam presentes quando aderiram à campanha. Os resultados demonstram que o projeto apresenta um enorme crescimento na adesão à campanha, onde pode-se perceber que a Educação Ambiental (EA) é um processo de ensino, de transmissão de informação e de sensibilização das pessoas acerca das questões ambientais, as quais estão fortemente presentes no projeto desenvolvido pela ASSAMPAR.Referências
ALENCASTRO, MARIO SERGIO CUNHA. Empresas, Ambiente e Sociedade: Introdução a Gestão Socioambiental Corporativa. Curitiba: Inter Saberes, 2012.
ANDRADE, RUI OTÁVIO BERNARDES DE; TACHIZAWA, TAKESHY; CARVALHO, ANA BARREIROS DE. Gestão Ambiental: Enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron Books, 2006.
BARBIERI, JOSÉ CARLOS; SILVA, DIRCEU DA; Educação Ambiental na formação do administrador. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
BARBOSA, GISELE SILVA. O Desafio do Desenvolvimento Sustentável. Revista Visões, Rio de Janeiro, v. 1, n. 4, - Jan./Jun. 2008.
BARGANHA, DENISE ESTORILHO; VIEIRA, ELAINE DO ROCIO; MORTELLA, ROSILAINE DURIGAN; ROSA, MARIA ARLETE. Educação ambiental rumo à escola sustentável. Curitiba: SEED: UTP, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução n° 2 de 15 de junho de 2012. Estabelece as diretrizes curriculares nacionais para a educação ambiental. Brasília, 2012. Disponível em: <http://conferenciainfanto.mec.gov.br/images/conteudo/iv- cnijma/diretrizes.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2019.
BRASIL. Lei de Educação Ambiental. Lei 9.795/1999 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Brasília, 1999. Disponível em: < http://www2.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=321 >. Acesso em: 12 jun. 2019.
CAMPANER, ÉRICA CRISTIANE DOS SANTOS; ARAÚJO, GLADIZ MERY DE SOUZA; PINHEIRO, GLADIZ MERY DE SOUZA. Gestão Ambiental como Responsabilidade Social das Organizações. São Paulo: Lins, 2009.
DAL FORNO, MARLISE AMÁLIA REINEHR. Fundamentos em Gestão Ambiental. SEAD/UFRGS. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2017.
DALFOVO, MICHAEL SAMIR; LANA, ROGÉRIO ADILSON; SILVEIRA, AMÉLIA. Métodos quantitativos e qualitativos: um resgate teórico. Revista Interdisciplinar Cientifica Aplicada, Blumenau, v. 2, n. 4, p. 01-13, Sem. II 2008.
DIAS, REINALDO. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2011.
FONSECA, JOÃO JOSÉ SARAIVA DA. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002.
GERHARDT, TATIANA; SILVEIRA, DENISE. Métodos de Pesquisa. Porto Alegre: UFRGS, 2009
GIL, ANTÔNIO CARLOS. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2007
IBGE 2016. Número de ONGs e associações no Brasil cai 16,5% entre 2010 e 2016. Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/04/05/numero-de-ongs-e-associacoes-no-brasil-cai-165percent-entre-2010-e-2016-diz-ibge.ghtml>. Acesso em: 15 mai. 2019.
LEFF, ENRIQUE. Saber ambiental: Sustentabilidade, Racionalidade, complexidade, poder. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.
O VALOR DAS TAMPINHAS. Folha do Mate, Venâncio Aires, 24 nov. 2018. Disponível em: <https://folhadomate.com/noticias/local/o-valor-das-tampinhas/>. Acesso em 13 jun. 2019.
OLIVEIRA, LUCAS REBELLO DE, MEDEIROSB, RAFFAELA MARTINS, TERRAC, PEDRO DE BRAGANÇA, QUELHASD, OSVALDO LUIZ GONÇALVES. Sustentabilidade: da evolução dos conceitos à implementação como estratégia nas organizações. Produção, v. 22, n. 1, p. 70-82, jan. / fev. 2012.
PERALTA, JOAQUIM E.; RUIZ, JAVIER REYES. Educação popular ambiental.
Para uma pedagogia da apropriação do ambiente. In: LEFF, Enrique (coord.). A complexidade ambiental. São Paulo: Cortez, 2003.
PHILIPPI, JR. ARLINDO, PELICIONI, CECÍLIA MARIA FOCESI. Educação ambiental e sustentabilidade. SÃO PAULO: Manole, 2005.
QUANTO VALE A TAMPINHA QUE VOCÊ DOA. Zero Hora. Porto Alegre, 24 ago. 2018. Disponível em:<https://gauchazh.clicrbs.com.br/portoalegre/noticia/2018/08/quanto-vale-a-tampinha-que-voce-doa-cjl8blo1g045g01n05hmnpv0j.html>. Acesso em 15 jun.2019.
RITT, CAROLINE FOCKINK; CAGLIARI, CLÁUDIA TAÍS SIQUEIRA. Meio ambiente: um direito humano fundamental. In: GORCZEVSKI, CLOVIS. et al. Direitos humanos, educação e meio ambiente. Porto Alegre: 2007.
SARTORI, SIMONE; LATRÔNICO, FERNANDA; CAMPOS, LUCILA M.S. Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável: Uma Taxonomia no Campo da Literatura. Ambiente e Sociedade. São Paulo: v. XVII, n. 1, p. 1-22 n jan.- mar. 2014.
SEIFFERT, MARIA ELIZABETE BERNARDINI. Gestão Ambiental: Instrumentos, Esferas de Ação e Educação Ambiental. São Paulo: Atlas, 2011.
TACHIZAWA, TAKESHY. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa. São Paulo: Atlas, 2011.
TOZONI-REIS, MARILIA FREITAS DE CAMPOS; JANKE, NADJA. Políticas públicas para a educação no Brasil: Contribuições para compreender a inserção da educação ambiental na escola pública. In: TOZONI-REIS, MARÍLIA FREITAS DE CAMPOS; MAIA, JORGE SOBRAL DA SILVA (Org.). Educação ambiental a várias mãos: educação escolar, currículo e políticas públicas. Araraquara: Junqueira & Marin, 2014. p. 110-124.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2020 Thiago Kader Rajeh Ibidaiwi

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.(Veja Política de Acesso Livre).
d. Leitores podem ler, baixar, distribuir, imprimir, buscar ou disseminar o link do texto completo dos artigos sem pedir permissão prévia ao autor ou editores, respeitando a licença CC BY 4.0.
