A Criatividade e a Constituição de si-mesmo em Winnicott

Autores

  • Raphaela de Jesus Correia Centro universitário das Américas (FAM)
  • Daniel Franção Stanchi Universidade de São Paulo (USP)

DOI:

https://doi.org/10.18815/sh.v15i27.757

Palavras-chave:

psicanálise, criatividade, ruptura, cuidado, Winnicott

Resumo

O presente artigo introduz uma concepção da Psicanálise de Donald Winnicott (1896-1971) acerca do viver criativo e seus desdobramentos na pessoa humana. Essa discussão compreende como a criatividade, apresentada por Winnicott, é fundamental no processo de constituição do si-mesmo e de como a presença de uma outra pessoa é fundamental para que a criatividade possa emergir no ser humano. E como o ambiente externo pode afetar a dimensão criativa do ser humano e sua capacidade de sentir que a vida vale a pena a ser vivida.

Biografia do Autor

Raphaela de Jesus Correia, Centro universitário das Américas (FAM)

Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário das Américas (FAM).

Daniel Franção Stanchi, Universidade de São Paulo (USP)

Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP).

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Publicado

2025-12-11

Como Citar

de Jesus Correia, R., & Franção Stanchi, D. (2025). A Criatividade e a Constituição de si-mesmo em Winnicott. Saber Humano: Revista Científica Da Faculdade Antonio Meneghetti, 15(27), 119–132. https://doi.org/10.18815/sh.v15i27.757