Identidade frágil: respeito ao outro e identidade cultural

Douglas Carré, Claudia Tiellet, Noeli Dutra Rossatto

Resumo


O filósofo Paul Ricoeur analisa o problema da identidade colocando a questão da memória, memoria pessoal e memória coletiva, no vai e vem entre o nível da pessoa e o da comunidade. O que torna a identidade frágil é a sua relação com o tempo e a confrontação com o outro sentida como uma ameaça. Uma violência fundadora muito sensível conduz a comportamentos em que se opõem os direitos da pessoa e a segurança institucional. Privado de sanções, o direito fica somente sob a guarda do protesto moral.

Palavras-chave


Identidade, memória, respeito, violência.

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DOI: https://doi.org/10.18815/sh.2020v10n17.444

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