SERVIÇO MILITAR E EXÉRCITO BRASILEIRO: ANÁLISE DA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO COGNITIVO
DOI:
https://doi.org/10.18815/sh.2021v11n18.489Palavras-chave:
Aprendizagem organizacional, Exército Brasileiro, Psicologia do trabalho, Serviço militar.Resumo
A cultura de uma organização é formada a partir de dinâmicas cotidianas e sutis, que por sua vez aprova, repreende, recompensa ou adverte comportamentos, formando um sistema de significados que mobilizam os membros da organização a direcionarem suas ações (SARAIVA, 2002). Deste modo, com esta pesquisa, busca-se observar a influência do convívio militar para o desenvolvimento cognitivo e no processo de aprendizagem de jovens que vivenciaram rotinas militares por determinado período de tempo, em diversas cidades do Brasil. O estudo se caracteriza como uma pesquisa aplicada, descritiva e quantitativa, por meio de um questionário próprio, tendo como amostra 400 indivíduos do sexo masculino que tiveram a experiência de passar por unidades militares. Os resultados estão relacionados com a observância dos entrevistados sobre questões como: a relação do serviço militar com a formação do caráter atual, a observância de aprendizagem prática e crescimento individual.
Referências
Referências
ABBAD, G. NOGUEIRA, R.; WALTER, A. M. Abordagens instrucionais em planeja-mento de TDeE. In: BORGES-ANDRADE, J.; ABBAD, G.; MOURÃO, L. Treinamento, desenvolvimento e educação em organizações e trabalho: fundamentos para gestão de pessoas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BROCHADO, João Manoel Sinch. O Caráter dos Soldados. Rio de Janeiro: Biblioteca de Exército Editora, 2001.
CARVALHO, José Murilo de. Forças Armadas e Política no Brasil. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2006.
CASTRO, L., LOIOLA, E. Aprendizagem em Organizações: uma discussão conceitual baseada em Vigotsky. Caderno de Pesquisas em Administração, São Paulo, v, 10, nº 4, p. 9-16, out/dez, 2003.
COELHO JÚNIOR, F. A.; BORGES-ANDRADE, J. E. Uso do conceito de aprendizagem em estudos relacionados ao trabalho e organizações. Paidéia, v. 18, n. 40, p. 221-234. 2008. [ Links ]
COOK, D.A.; GARSIDE, S.; LEVINSON, A.J.; DUPRAS, D.M.; MONTORI, V.M. What do we mean by web-based learning? A systematic review of the variability of interven-tions. Medical Education,v. 44, p.765–774,2010.
DURKHEIM, É. L’Éducation Morale. Paris: PUF, 1925. Quadrige, 2012.
FLEURY, M. T. L. e OLIVEIRA JR, M. M. Aprendizagem e gestão do conhecimento. In: FLEURY, M. T. L. at all. As pessoas na organização. São Paulo: Editora Gente, 2002.
FLEURY, M. T. L. Estórias, mitos, heróis: cultura organizacional e relações do trabalho. Rev. adm. empres. [on-line]. 1987, vol.27, n.4, pp. 7-18. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-75901987000400003&script=sci_arttext> Aces-so em: 28.abril.2021.
HUSSERL, Edmund. Meditações Cartesianas: introdução à fenomenologia. São Paulo: Madras, 2001.
Leslie, B., Aring, J. K., & Brand, B. (1998). Informal learning: The new frontier of emplo-yee development and organizational development. Economic Development Review, 15(4), 12-18.
Loiola, E., Néris, J. S., & Bastos, A. V. B. (2006). Aprendizagem em organizações: Meca-nismos que articulam processos individuais e coletivos. In J. C. Zanelli, J. E. Borges-Andrade & A. V. B. Bastos (Orgs.), Psicologia, organizações e trabalho no Brasil (pp. 114-136). Porto Alegre: Artmed.
MANUAL DE CAMPANHA C 20-10 - Liderança Militar. Estado-Maior do Exército. 2ª Ed, 2011.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MENEGHETTI, A. Dicionário de Ontopsicologia. São Paulo, Psicológica Editrice, 2001.
NONAKA, I. e TAKEUCHI, H. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2004.
PARK, S.; KIM, E.-J. Fostering organizational learnig through leadership and knowledge sha-ring. Journal of Knowledge Management, v. 22, n.6, 2018.
PRANGE, C. Organizational learning: desperately seeking theory? In: EASTERBY-SMITH, M.; BURGOYNE, J.; ARAUJO, L. (Orgs.). Organizational learning and the learning organization: developments in theory and practice. London: Sage Publications, 1999.
SALVADOR, C. C. (1994). Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artes Médicas.
SARAIVA, L.A.S. Cultura organizacional em ambiente burocrático. Revista Adm. Con-temporânea. [on-line]. 2002, vol.6, n.1, pp. 187-207. Disponível em: <http://www.scielo. br/scielo.php?pid=S1415-65552002000100011&script=sci_arttext&tlng=es> Acesso em: 27.abril.2021
SENGE, P. A Quinta disciplina. 2. ed. São Paulo: Best Seller, 1990.
SILVA, C.R. O. 2004. Metodologia e organização do projeto de pesquisa: guia práti-co. http://www.ufop.br/demet/metodologia.pdf Acesso em: 18 mar. 2013. [ Links ]
SOUZA, Y. S. Organizações de aprendizagem ou aprendizagem organizacional. RAE - eletrônica, v.3, n. 1, Art. 5, jan./jun, 2004.
Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército. Valores, Deveres e Ética Militares (VM 10). Disponível no site: http://www.sgex.eb.mil.br/vade_mecum/valores_etica_militares/vade_mecum.htm Consultas em dezembro 2012.
VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3. ed. São Paulo, Atlas, 2000.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2021 Matheus Grigoletto Pereira, Everton Luis de Lima Guterres

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.(Veja Política de Acesso Livre).
d. Leitores podem ler, baixar, distribuir, imprimir, buscar ou disseminar o link do texto completo dos artigos sem pedir permissão prévia ao autor ou editores, respeitando a licença CC BY 4.0.
