Antecedentes Históricos do Pensamento Complexo Desenvolvido por Edgar Morin
DOI:
https://doi.org/10.18815/sh.v16i27.795Palavras-chave:
interpretativismo, Morin, história, pensamento complexoResumo
Esta pesquisa bibliográfica, de natureza qualitativa e com abordagem interpretativista da realidade, parte do objetivo de conhecer os antecedentes e o estágio atual de desenvolvimento do pensamento complexo de Edgar Morin. Este consiste na epistemologia que trata da incerteza, com a capacidade de abarcar o olhar do todo e ainda considerar as especificidades por meio da organização. No artigo, de caráter exploratório, se buscou responder: o que foi explorado durante a história que possui relação com o pensamento complexo de Edgar Morin? Foi observado que disposições relativas à epistemologia complexa são expostas desde a Antiguidade, embora de forma esparsa, passando pela Idade Média e a Modernidade. O filósofo Aristóteles, no século IV a.C, fazia referência ao pensamento sistêmico ao discorrer sobre Economia, entre outros assuntos, embora de maneira pragmática. Já no final do século XIX, Nietzsche entendia a ordem como exceção. Na primeira metade do século XX, a partir de Planck e Einstein, ocorreram avanços na expansão do conhecimento dos objetos e suas propriedades a partir de um viés holístico. Em meados do século XX, Morin proporciona um grande salto na compreensão mais ampla do universo com o pensamento complexo, com uma visão que engloba a dúvida e a razão, o mito e a ciência, por meio do conhecimento dos princípios da entropia e da ecologia. Desta forma, circunstâncias históricas e sociais modificam e são modificadas pelo ambiente.
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