AS CIDADES QUE EDUCAM: ESPAÇOS EDUCATIVOS NÃO-FORMAIS COMO ALTERNATIVA PARA FORMAÇÃO DE CIDADÃOS PROTAGONISTAS RESPONSÁVEIS
DOI:
https://doi.org/10.18815/sh.2017v7n10.178Palavras-chave:
Assistência Social. Cidades educadoras. Cidadania. Protagonismo ResponsávelResumo
O movimento das Cidades educadoras preconiza que são cidades que educam aquelas que visam, fundamentalmente, a formação, promoção e desenvolvimento de todos os seus habitantes, ocupando-se com prioridade das crianças e dos jovens, mas incorporando em suas atividades pessoas de todas as faixas etárias, numa verdadeira formação continuada ao longo da vida. O fato de uma cidade não integrar o rol oficial das Cidades Educadoras, como é o caso de Eugênio de Castro, não exclui a possibilidade do estudo acerca de iniciativas positivas que venham ao encontro dos objetivos do movimento. Considerando que o estímulo ao protagonismo responsável abordado na política de assistência social de Eugênio de Castro se comunica claramente com a principiologia do movimento global Cidades Educadoras, apresenta-se o trabalho realizado a fim de exemplificar a possibilidade de implantação desses princípios em uma pequena cidade, mesmo não integrando o movimento internacional, e os resultados positivos alcançados com o trabalho.
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