Como o pensamento de Montaigne pode nos ajudar a viver melhor em nossos tempos?

Leandro Dos Santos Amorim, Anor Sganzerla

Resumo


Da mesma forma que queremos manter uma “segura” distancia da morte enquanto terminalidade da nossa vida, ela vem sendo referenciada e iluminada por diferentes perspectivas a fim de desmistificar certa névoa de mistérios que a rodeia. Nesse sentido, o Ensaio “filosofar é aprender a morrer” de Montaigne, quer mostrar que a morte em hipótese alguma deve impedir a vida de ser vivida com intensidade. Nessa perspectiva, o filósofo irá diretamente revisitar e criticar questões que a rodeiam em sua contemporaneidade, e ao mesmo tempo que alertava sobre a necessidade de uma educação para a morte e também para a naturalidade em entende-la, pois assim temos a possibilidade de viver livremente sem as correntes da ideia de finitude.


Palavras-chave


Aprender; educação; filosofar; morte.

Texto completo:

PDF

Referências


BRAHAMA, Fréderic. Das Hipotiposes aos Ensaios. Revista Sképsis, Ano V, número 8, 2012.

CARDOSO, Mateus Ramos & AMORIM, Wellington Lima. Sobre a necessidade de morrer. Filosofia Ciência & Vida. São Paulo, v.VI, n.87, p. 15-23. Out/2013.

CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico nova fronteira da língua portuguesa. 2ª ed. Editora Nova fronteira. Pág. 574. 2000.

DUARTE, B.T. Leituras sobre o problema nos ensaios de Michel Montaigne.2012. 138f. Dissertação (Mestrado) - UFMG.

MAGEE, Bryan. História da Filosofia. 5.ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999.

MONTAIGNE, Michel de. Ensaios I – De como filosofar é aprender a morrer. Tradução de Sérgio Milllet. Consultoria Marilena de Souza Chauí.; 5.ed. São Paulo: Nova Cultural. Coleção os pensadores. 1991.

MONTAIGNE, Michel de. Ensaios II – Da crueldade. Tradução de Sérgio Milllet. Consultoria Marilena de Souza Chauí.; 5.ed. São Paulo: Nova Cultural. Coleção os pensadores. 1991.

MONTAIGNE, M. Ensaios. São Paulo. Editora 34, 2017.

MONTAIGNE, M. Os Ensaios (Livro I, cap. XIX) (Cia. das Letras/Penguin). Tradução de Rosa Freire D’Aguiar.

ORIONE, Eduino José de. A meditação da morte em Montaigne. São Paulo, 2012. Tese de Doutorado. Departamento de Filosofia, Universidade de São Paulo.

PLATÃO. Fédon. Tradução e notas de José Cavalcante de Souza. 5.ed. São Paulo. Nova Cultura. Coleção os pensadores. 1991.

SCHOPENHAUER, Arthur. Da morte. São Paulo: Martin Claret, 2006




DOI: https://doi.org/10.18815/sh.2019v9n14.393

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Saber Humano: Revista Científica da Faculdade Antonio Meneghetti

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

Saber Humano, ISSN-E 2446-6298, Restinga Sêca-RS, Brasil.

Licença Creative Commons
Saber Humano de https://saberhumano.emnuvens.com.br/sh/index está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.